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Interior em busca da cura
Juliana Lobato/Agência BOM DIA
Instituições de Bauru e Botucatu estudam células-tronco e tentam descobrir novas formas de tratamento para doenças por pesquisas
(Foto) Pesquisador da USC, Sérgio Catanzaro manuseia microscópio: células-tronco são fontes de estudo para ele há oito anos.
São mais dúvidas do que certezas, ambas cercadas de esperanças. Conhecer todas as possibilidades de tratamento das células-tronco é tema ainda à espera de comprovação científica. A exemplo de cientistas do restante do Brasil e do mundo, pesquisadores de Bauru e Botucatu buscam respostas.
São explicações científicas que, espera-se, sejam capazes de fazer pessoas como Giuliana Marino, 26 anos, voltar a andar ou ainda encontrar formas de tratamento eficazes para doenças crônicas ou degenerativas. Mas, por ora, são expectativas.
“É preciso ter calma, estamos estudando e deixamos isso claro para não gerar ansiedade”, diz a pesquisadora de células-tronco adultas, Lilian Piñero Eça, biomédica e docente do programa de mestrado da USC (Universidade do Sagrado Coração).
Com o tempo necessário e os recursos disponíveis, a pesquisadora é uma das frentes de estudos existentes atualmente na cidade, ao lado do professor Sérgio Catanzaro, da mesma instituição. Ainda em Bauru, a USP (Universidade de São Paulo) e o Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais dão os passos iniciais para pesquisas voltadas às áreas de odontologia e audiologia.
Relativamente recente no Brasil, estudos de células-tronco ganharam força na década de 1990 e se popularizaram em 2000 com as discussões sobre o uso de embriões.
Desde então, a Unesp (Universidade Estadual Paulista) de Botucatu trabalha com as células adultas e observa resultados promissores. A expectativa é grande, mas para o futuro
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